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Gênero: Literatura Infantil

 

Num mundo distante, existe uma imensa planície dividida em sete territórios isolados entre si... cada território tem um líder que cuida apenas do que é seu e não consegue ver nem ouvir o que acontece nos outros territórios. De repente... ouve-se uma explosão! Tudo voa pelos ares e resta apenas uma infinita escuridão.
                        
Muito tempo depois, o Sol reaparece e transforma o que restou do planeta num autêntico mundo encantado. Ele traz de volta a luz, as cores, a diversidade da natureza, a energia da música e muita, mas muita alegria. Neste novo paraíso, não existe mais delimitação de territórios, nem líderes. Todos falam o mesmo idioma.
  
Os sobreviventes da catástrofe não se recordam de nada do que aconteceu, com exceção das irmãs Nicodema e Nostradama, as mais velhas e sábias habitantes deste novo planeta, que são consideradas como “deusas” da antiga civilização. Elas incentivam a todos os moradores a fazer uma grande festa, pra comemorar o Dia da União, e convidam outras espécies que moram ao redor para uma grande confraternização. Todos concordam, mas que para entrar nessa festa é preciso contar uma boa ação que tenha feito a alguém ou ao novo planeta, ou ainda, levar um bom amigo para demonstrar a união entre os seres.
  
Apenas uma família não preenche os requisitos para ganhar o convite para a festa. Trata-se da família Tudo de Ruim, composta por nove sobreviventes do antigo mundo, que moram numa casa escura no fundo da floresta, porque não suportam tanta luz e beleza. Os irmãos Corrupção, Desemprego, Mentira, Fome, Inveja, Maldade, Ódio, Violência e Tristeza ficam inconformados por não terem sido convidados para a grande festa e resolvem usar de todos os métodos para furar, a qualquer custo, o bloqueio do “super confuso” Porteiro Isolino. 
 
Para conseguir entrar, cada um deles apronta coisas do arco da velha! Mas... à medida que a festa vai “esquentando”, começam a perceber que o único passaporte para garantir a permanência nesta confraternização é transformarem-se no oposto do que são. Quando isso acontece, a comemoração atinge o auge da alegria e todos prometem preservar aquele novo mundo com muita união, amizade e respeito mútuo.

 
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